Boas noticias! Já tenho comigo os contratos do microinvest.
Comigo porque...é necessário assinatura reconhecida.
Segunda-feira entrego no banco, na quinta-feira será assinado pelos meus fiadores e na segunda deve estar no microcrédito da CGD em Lisboa. Vamos ver quanto tempo demora para receber os 50% do crédito na conta da empresa.
O espaço já está pronto e falta a licença da Segurança Social.
Sinto um orgulho enorme quando olho para o espaço mas também...medo (até tenho medo de dizer).
Sou positiva por natureza e acredito que vou conseguir.
...
Aqui partilha-se de tudo um pouco. Tudo o que aprendi, o que aprendo, as minhas dúvidas, medos e revoltas. Assim, não me sinto só...
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Contrato do microinvest
Desde dia 13 de dezembro que aguardo os contratos que o banco ainda está a redigir.
Um documento que já está todo elaborado dentro de uma caixa espetacular chamada "PC" e que é só necessário mudar os nomes, dados pessoas, número de conta e pouco mais. Haja paciência para lidar com tanta inércia!!!
Se os privados trabalhassem assim... nem quero imaginar!
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
A espera desespera até um morto, mas nada que um bom português não esteja já habituado!
Tudo demora o seu tempo, fazer o pedido de admissibilidade, a criação de empresa, o inicio de atividade, mas fiz tudo de seguida e em poucos dias entreguei toda a documentação no banco, para dar inicio ao contrato. Sem dinheiro não podemos avançar no negócio.
Um dos documentos solicitados, era o balancete com selo e assinatura do TOC. Falei com a contabilista que me explicou que o balancete é um documento de movimentos financeiros e se não há movimentos, não há balancete, obviamente.
Expliquei no banco tal e qual e enviei um mail para o microcrédito da CGD a explicar a situação. Não obtive resposta. Pensei, bem, se não me respondem é porque está tudo certo.
Passado um mês resolvi telefonar para saber como estava o meu processo. Resposta: "estamos à espera do balancete". Pensei, não vale a pena. O banco estava à espera do balancete dos capitais próprios (capital social). Não podiam ter dito logo?
Em dois dias, fui entregar o balancete no balcão da CGD para enviarem para Lisboa. 15 dias depois sem resposta, resolvi ligar novamente. Resposta: "continuamos à espera do balancete". Não receberam o mail da minha agência. Problema resolvido uma vez que contactei o meu balcão e que rapidamente enviou novamente. Isto foi ontem. Vamos ver quanto tempo demora até assinarmos o contrato. Nunca mais na minha vida quero ouvir "balancete"!
Se tivesse à espera do dinheiro em casa de braços cruzados estava bem lixada. Consegui o dinheiro emprestado para avançar com as obras. A minha vida tem sido no meio de pladur, eletricistas, sistemas de incêndios, pinturas e limpezas. Estou quase pronta para mobilar o espaço e apresentar o unico pedido de licença que me falta.
Se tudo correr como previsto, em meados de janeiro início a minha atividade. Até agora, tem sido só dinheiro a sair e nada a entrar. Tenho que começar o quanto antes.
Quando o dinheiro vier, é para devolver a quem me emprestou e pedir imediatamente a segunda tranche do dinheiro. Quando o dinheiro vier, já estou a trabalhar. Imaginem se tivesse ficado à espera do crédito. Tudo por causa do raio do balancete de duas linhas!!!
Conselho: Telefonar sempre para o banco para saber se receberam a documentação.
Saudações empreendedoras,
Catarina Viegas
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Microinvest - Criação do próprio emprego
Precisamente, 5 meses após dar entrada do meu projeto na C.G.D, recebo o telefonema que tanto desejava: APROVADO!
Agora seguem-se os seguintes passos:
- Pedir o Certificado de Admissibilidade - tem um custo de 75,00€ e pode ser pedido aqui;
- Fazer a constituição da empresa;
- Abrir conta em nome da empresa na C.G.D;
- Depositar o capital social da empresa;
- Pedir certidão à S. Social e Finanças de não dividas.
Os documentos solicitados por parte da C.G.D, foram:
- Certidão comercial da sociedade;
- Certidões de não dívida à Autoridade
Tributária e à Segurança Social;
- Balancete comprovativo de capitais próprios, com
o selo e a assinatura do TOC;
- N.º de conta de depósitos à
ordem em nome da sociedade, que pretende que fique
associada ao empréstimo;
São necessários estes documentos para que o banco emita o contrato. O contrato é feito entre o banco e a empresa. E só depois, é que vira o mais importante: o dinheiro!
Estou ansiosa por começar a dar no duro...
sábado, 17 de agosto de 2013
Será?
Digam-me lá se isto não é estranho:
o meu projeto para criação de emprego com recurso ao microinvest deu entrada no banco no dia 24 de junho. Liguei 3 vezes para a linha e a resposta foi sempre a mesma: "não é possível dar uma previsão uma vez que estão imensos projetos à sua frente". Ainda perguntei se em novembro o projeto estaria analisado, e disseram-me mais uma vez que não poderiam responder uma vez que não tinham previsão!?! O último telefonema que fiz foi no dia 1 de agosto.
Ontem, dia 16 de agosto, recebo um telefonema do banco, a informarem-me que já estão a analisar o meu projeto. Tinham algumas dúvidas que foram esclarecidas e fiquei de reformular o projeto e enviar novamente.
Não acham estranho? 15 dias depois do telefonema que fiz?
É que por acaso, no dia 1 de agosto enviei 3 e-mails a pedir a intervenção do Governo neste assunto, uma vez que nenhum desempregado pode ficar meses e meses à espera da resposta de um crédito, sem sequer ter uma previsão. Enviei ao Primeiro Ministro, ao ministro da Economia e ao ministro da Solidariedade, emprego e Segurança Social.
Será que foi por isso????
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Microinvest - Criação do próprio emprego
Tudo demora imenso tempo...que espera desesperante!
Ora bem,entreguei o projeto na CGD no dia 09-05-2013. Faltaram documentos que nos foram pedindo e que entregamos logo. Resultado: só há quatro dias atrás, ou seja, no dia 24-06-2013 é que o projeto deu entrada no microcrédito da CGD. Previsão? Não há, uma vez que existem imensos projetos à minha frente. E eu que pensava que estava prestes a ser aprovado. Fiquei como o senhor da foto...com os cabelos em pé!
Precisava de uns tubarões que investissem na minha empresa.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Criação do próprio emprego - A minha experiência no BCP
Tenho andado a "criar" vontade de escrever sobre o BCP e cá vai.
Entreguei no BCP o meu projeto com recurso à linha Microinvest no dia 15 de março, juntamente com todos os documentos que me solicitaram.
Disseram-me que dentro de uma semana tinha a resposta.
Achei muito estranho ser apenas uma semana, uma vez que o projeto tem que ser avaliado pelo microcrédito, pela Sociedade de Garantia Mutua e pelo banco. Qual é o banco que consegue dar uma resposta tão rápido? Ah, e ainda nem tinha sido aprovado pela CASES.
Passado praticamente dois meses, telefonaram-me para me dizer que o projeto tinha sido recusado. Motivos: "Saldo insuficiente na minha conta e porque não tinha apresentado um fiador"...RIDÍCULO!
Não apresentei fiador porque não me tinham pedido. Ia apresentar quando assim o fosse pedido, e quanto ao saldo da minha conta, fiquei escandalizada.
Ora, o microinvest, é um crédito para pessoas desempregadas, que não têm dinheiro e que não podem recorrer ao crédito tradicional, portanto, estes argumentos não são de todo válidos. Dois meses para me dar esta resposta???
Mas ainda não ficou por aqui...disse que tinha fiadores enviei a documentação toda, e disseram-me que iam avaliar novamente. Perguntei o tempo de resposta, e garantiram-me três dias no máximo.
Passado um mês (que era suposto serem três dias), telefonaram-me a dizer que tinha sido novamente recusado.
Três meses foi o tempo que o meu projeto andou a navegar no BCP para nada!
Como já estava preparada para um não, no dia seguinte após ter entregue a documentação dos fiadores no BCP, fui ao IEFP, expliquei a situação e pedi uma nova declaração para entregar na C.G.D. Estava a desistir do BCP perante o IEFP, uma vez que o pedido do microinvest não pode ser feito em mais que um banco em simultâneo. E no dia 9 de maio entreguei lá.
Na C.G.D. acharam ridículos os argumentos e disseram-me que ali, avaliam apenas o projeto e nunca a situação financeira do promotor do projeto, uma vez que é com recurso ao Microinvest. Pois claro...e ainda se riram!
Ainda não tenho a resposta da C.G.D, mas o que é certo é que o processo está a andar, pois pediram-me documentação no microcrédito que o BCP não tinha pedido, e já está na Sociedade de Garantia Mutua, pois tivemos que enviar nova documentação. O meu projeto no BCP, nem chegou lá. E muito provavelmente, nunca saiu das portas daquela agência.
Portanto, BCP...nunca mais!
Para quem não sabe, o BCP está a atravessar uma situação muito má. Tiveram um prejuízo enorme, já estão a fechar agências e a negociar com os funcionários. Parece-me que o dinheiro anda escasso por lá!
Um conselho: Escolham outro banco, se possível, a C.G.D, pois é um banco do Estado!
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Fase 2 - Criação do Plano de negócios
Chegámos à segunda fase. Depois de conhecerem um bom contabilista, marquem uma reunião para expor as vossas ideias e apresentem o que fizeram, (se o fizeram) e peçam a sua opinião sobre a viabilidade do negócio. O próximo passo é saber de quanto precisamos para abrir a empresa. Desde orçamentos para obras, para licenças, mobiliário, publicidade, etc, e conhecer muito bem o processo de licenciamento e quais as exigências para que possam procurar o espaço (loja) adequado ao mesmo.
O contabilista irá dar inicio ao Plano de Negócios.
Depois de concluído o Plano de negócios, deverão preencher antes de entregar no banco, o Plano de Negócios em formulário próprio e enviar para a CASES - Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, podem encontrar o formulário aqui. Atenção, que deverá ser preenchido por quem sabe, ou seja, por um contabilista. Eu enviei por e-mail mas convém ligarem antes a expor a situação. A CASES irá avaliar a viabilidade do negócio. Se a resposta for positiva, é enviado por correio uma declaração em como preenchem os requisitos e com o total de financiamento, aqui o processo é muito rápido, uma questão de poucos dias. A seguir, entregam essa declaração, juntamente com o Plano de Negócios e os documentos que o banco exige, como o IRS e extractos bancários, e outros documentos que constam no Manual de Procedimentos. Se a CASES aprovar o projeto está tudo bem, porque à partida o banco também aprova, se o banco não aprovar temos o burro nas couves. Podemos entregar noutro banco ou procurar o financiamento entre amigos e familiares, se quiserem continuar a lutar pelos vossos sonhos. Procurem sempre outro banco, pois há uns que não aprovam mas outros que aprovam os mesmos projetos.
Depois é só aguardar a resposta do banco, que se eu soubesse o que sei hoje, tinha escolhido outro banco. Um mês e meio para aprovar um projeto??? O meu crédito habitação foi aprovado em menos de 5 dias. Enfim...é o País que temos e as pessoas que temos! Haja paciência, tranquilidade e um sofá muito confortável para esperarmos bem sentados...
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Fase 1- O Desemprego bateu-lhe à porta...e agora?
Quando o desemprego nos bate à porta, nada está perdido!
Para muitos é uma alegria, ou porque não gostavam do que faziam ou porque eram explorados e maltratados ou simplesmente por não gostarem de trabalhar naquele sitio, para outros, é uma desgraça!
Quando fiquei desempregada, o meu amigo João, disse-me em tom de ironia, "agora tens uma oportunidade para mudar de vida". Ironia, porque tinham sido palavras do nosso Primeiro-Ministro.
Pois bem...para mim foi de facto uma alegria, porque de facto não gostava de trabalhar onde trabalhava. São as pessoas...Era a minha oportunidade que tanto desejava: Oportunidade para criar o meu posto de trabalho, a minha empresa, de não ter que aturar chefes que adoram massacrar os funcionários através do chamado "Assédio moral", oportunidade para colocar em prática as minhas ideias e competências.
Nem todos nós temos perfil de empreendedor. Eu tenho, sei que tenho!
Portanto, a primeira coisa a fazer, é não desesperar. Ficar triste constantemente não revolve absolutamente nada e faz mal à pele, ao coração, ao estômago intestinos, ao cabelo e etc. Só faz é mal! Xô, xô fora daqui... Temos que aceitar e pensar no próximo passo. Sim, porque existem muitos passos a dar. Se for um caso em que a pessoa tenha baixa escolaridade, por favor, invista em si. Estude para aumentar as suas qualificações, faça aquele curso que tanto queria ou...invista na sua empresa. E é sobre isso que quero falar aqui! Irei explicar como foi o meu processo, tal e qual...
Portanto, a primeira coisa a fazer, é não desesperar. Ficar triste constantemente não revolve absolutamente nada e faz mal à pele, ao coração, ao estômago intestinos, ao cabelo e etc. Só faz é mal! Xô, xô fora daqui... Temos que aceitar e pensar no próximo passo. Sim, porque existem muitos passos a dar. Se for um caso em que a pessoa tenha baixa escolaridade, por favor, invista em si. Estude para aumentar as suas qualificações, faça aquele curso que tanto queria ou...invista na sua empresa. E é sobre isso que quero falar aqui! Irei explicar como foi o meu processo, tal e qual...
Com muito tempo de antecedência assim que desconfiei que iria para o desemprego, arregacei as mangas.
Primeiro tentei saber que tipo de incentivos/ajudas existem e se eu preenchia esses requisitos. No site do IEFP temos o Manuel de Procedimentos do Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego. Está lá tudo, basta lerem com muita atenção.
Existem várias opções, e a opção a considerar irá depender do montante de que necessitamos para criar a empresa, o financiamento.
Podemos pedir a totalidade do subsidio de desemprego. Ou seja, se lhe tiver sido concedido 12 meses de subsidio de desemprego, pode pedir de uma só vez, essa quantia. Se apenas esse dinheiro chegar, é só apresentar um projeto ao IEFP (plano de negócios) e solicitar o montante através de um requerimento (está no manual);
Depois de ver que valia a pena usufruir desses benefícios, estudei onde deveria apostar. Quais as necessidades de mercado. O que queria fazer. O que gostaria de fazer. Como poderia fazer. Quais os preços praticados. Quem era a concorrência. Que legislação se enquadrava. Que tipo de licenças precisava e quais os organismos em questão. Quais eram as exigências por parte da Câmara. E muito mais...
Primeiro tentei saber que tipo de incentivos/ajudas existem e se eu preenchia esses requisitos. No site do IEFP temos o Manuel de Procedimentos do Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego. Está lá tudo, basta lerem com muita atenção.
Existem várias opções, e a opção a considerar irá depender do montante de que necessitamos para criar a empresa, o financiamento.
Podemos pedir a totalidade do subsidio de desemprego. Ou seja, se lhe tiver sido concedido 12 meses de subsidio de desemprego, pode pedir de uma só vez, essa quantia. Se apenas esse dinheiro chegar, é só apresentar um projeto ao IEFP (plano de negócios) e solicitar o montante através de um requerimento (está no manual);
Se necessitarem até 20.000,00€, será com recurso à linha do Microinvest;
Se necessitarem mais de 20.000,00€ até 200.000,00€, será com recurso ao Invest+.
Nestes dois últimos terá que ser elaborado um plano de negócios e entregue no Banco. Nestes casos, não é IEFP que avalia o projeto, é o banco e a CASES. No tal manual estão indicados os bancos que aderiram a este projeto, à excepção do Santader Totta que apesar de estar lá, já não aceita estes projetos.
Depois de ver que valia a pena usufruir desses benefícios, estudei onde deveria apostar. Quais as necessidades de mercado. O que queria fazer. O que gostaria de fazer. Como poderia fazer. Quais os preços praticados. Quem era a concorrência. Que legislação se enquadrava. Que tipo de licenças precisava e quais os organismos em questão. Quais eram as exigências por parte da Câmara. E muito mais...
Levei alguns meses para fazer um estudo de mercado, muita pesquisa, muitos contactos e finalmente decidi passar para o papel. (apenas confirmei de que a minha ideia inicial tinha pernas para andar e que não estava errada).
Um desempregado tem muitas ajudas do Estado para criar a sua empresa. Aproveitem!!!
Se não souberem fazer o tal estudo de mercado, procurem um contabilista que o faça, de preferência que tenha alguma experiência nestes projetos. A minha contabilista foi um tesouro que me veio parar às mãos, confesso! Adorei-a desde o primeiro dia e vi que era muito competente. Escolham bem, porque um bom contabilista é muito importante. Eu fiz o meu, à exceção da parte financeira. Cada macaco no seu galho, e deixei essa parte para quem sabe, a contabilista.
Os contabilistas pedem apenas uma memória descritiva do negócio. Meia folha chega, é apenas uma apresentação da empresa, com os serviços disponíveis ao cliente, os produtos que irão vender, basicamente é: Quem? Quando? Como? Onde? O quê? Porquê? A partir daí o contabilista estuda e faz o resto do serviço, ou seja, tudo!
Sinceramente, aconselho a fazerem a parte teórica do projeto, mesmo que o contabilista depois altere algumas coisa, isto para que fiquem bem "entranhados com o tema". Afinal, é a vossa empresa e quanto mais souberem sobre os vossos produtos, e sobre o serviço que irão prestar, melhor para vocês.
Se optarem por fazer o tal estudo de mercado, assim que o acabarem, chegou a hora de procurar um contabilista.
Se optarem por fazer o tal estudo de mercado, assim que o acabarem, chegou a hora de procurar um contabilista.
Portanto, vamos lá recapitular:
1.º - Aceitar com muita calma a nova situação profissional: desemprego;
2.º - Estudar os incentivos/ajudas que podemos usufruir;
3.º - Fazer um estudo de mercado;
4.º - Arranjar um bom contabilista;
Num próximo post explicarei a segunda fase!
2.º - Estudar os incentivos/ajudas que podemos usufruir;
3.º - Fazer um estudo de mercado;
4.º - Arranjar um bom contabilista;
Num próximo post explicarei a segunda fase!
P.S.- Tive muitas dúvidas ao longo do meu processo e não sabia por onde começar. Daí o propósito deste post. Sim, de que me serve o conhecimento se não partilhá-lo? De nada! E as minhas dúvidas são as mesmas dúvidas de outro alguém.
Saudações sociais...
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