sábado, 17 de outubro de 2015


Ando cá com umas ideias... A minha contabilista diz que sou maluca mas que é o meu espírito de empreendedora a falar mais alto.
Portugal 2020 aqui!

Vou saber como funciona e como pode a minha empresa beneficiar de alguns apoios e já volto :-)

sábado, 22 de agosto de 2015

Como o tempo passa...

...abri a empresa em março de 2014 e após 1 ano e meio cá estou de volta ao meu blog.
Não estou arrependida, mas tenho passado as passinhas do algarve.
O meu maior e talvez único medo, era não ter clientes. Ora, se não há clientes, não há dinheiro para nada! Negócio falhado!
No primeiro mês, já tinha clientes, no segundo outros tantos e por aí fora. No entanto, sendo uma área que presta serviço de cuidados ao idoso e a pessoas em estado terminal, temos muitas baixas, logo, temos altos e baixos. No verão, é uma loucura...os familiares vêm de férias e consigo trazem os seus idosos, o que acho muito bem. Temos conseguido dar sempre resposta e se não consigo contratar alguém para prestar o serviço, vou eu, nem hesito! Trabalho cerca de 100 horas/semana, sim...100 horas. Estou exausta! 
1 ano e meio foi o tempo necessário para o passa palavra. Parei a publicidade, há mais de 6 meses, mas praticamente todos os dias, dou orçamentos. Chegam-nos através do site, ou porque vêm referenciados por amigos e familiares dos nossos clientes. É o que mais gosto...se nos dão a conhecer é porque gostam do nosso serviço.

Bem...mas querem saber o que tem sido mais difícil: contratar pessoal. É isso mesmo. Com tantas pessoas no desemprego, nunca, mas nunca pensei que esse seria o meu calcanhar de Aquiles. Em 10 entrevistas marcadas, aparecem em média 2 a 3 pessoas; antes de começarem já estão doentes; colocam entraves em tudo...já ouvi com cada uma, que nem lembra ao diabo...ou porque não querem horário repartido, ou porque não querem deslocar-se em transportes públicos (pagamos todas as despesas), ou porque como ganham acima de 500,00€, não querem porque pediram insolvência, ou porque é muito dinheiro e depois têm medo de pagar IRS, ou porque recebem o rendimento mínimo e não o querem perder, enfim, enfim!!!
Esta é mesmo a minha maior dor de cabeça. Temos excelentes trabalhadores connosco e espero que continuem connosco por muito mais tempo. Por acaso, os melhores não são portugueses, estranho não?
E como não consigo pessoas para trabalhar, aqui ando eu a dar tudo de mim para conseguir dar resposta àqueles que precisam e para prestar um bom serviço em nome da empresa.
Com isto tudo, quero crescer, prestar novos serviços, dar formações, e etc, e não consigo. O tempo não chega!Estou exausta!
Lidar com pessoas não é tarefa fácil. São as pessoas que nos colocam os problemas, mas é pelas pessoas que existimos. Sem as pessoas não somos nada. E lá vou tentando arranjar soluções para mais um e outro problema que surge todos os dias.
Agora, se estou arrependida? Não, não estou mas se soubesse o que sei hoje, tinha pensado noutro tipo de negócio, um negócio que só dependesse de mim e que não tivesse que fazer contratações.
E os vossos negócios? Como vão?

Um excelente fim de semana!
Vou ali trabalhar e já volto ;)


domingo, 2 de março de 2014

No saber procurar...

é que está o ganho!
Já comprei muito material para escritório. Fui à staples a pensar que mais barato não encontrava. Mas achei tudo muito caro. Depois de já ter gasto uma pipa de massa resolvi pesquisar na net e encontrei um site com preços excelentes para empresas aqui
Como por cada cliente tenho que ter um dossier no escritório e outro no domicílio, e uma vez que fica na casa do cliente, andava à procura de um dossier que desse para personalizar e encontrei na staples a 4.50€ cada. Era aquele que queria mas achei muito caro e não comprei. Neste site comprei o mesmo dossier a 1,86€ cada. 
Estou tão arrependida de ter gasto tanto dinheiro na staples...
O preço que surge no site, não é o mesmo após fazerem o login em nome da empresa...é mais barato!
Abençoada concorrência!!!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O medo de arriscar!


A maioria das pessoas que pensam em abrir o seu próprio negócio, apenas se ficam pelo pensamento e pelos sonhos. Sonham, idealizam tudo, até a decoração, mas certo dia decidem não arriscar. Isso deve-se em grande parte ao medo!
Eu também tenho medo, mas não lhe dou muita importância. É o que quero e ponto final.
Estive duas vezes desempregada e arrependi-me de não tê-lo feito na primeira vez. Mas na primeira vez, apenas queria abrir um negócio. E como apenas queria, ficou em águas de bacalhau. Na segunda vez, e também pela experiência que obtive no meu seguinte emprego, fui firme. Disse, sonhei e idealizei mesmo antes de estar inscrita no IEFP. Pensei: "Desta vez não vou desistir".
Desta vez, a idade era outra, e com ela veio a maturidade, o conhecimento pela área e o desejo de ser empreendedora. Desta vez, não iria desistir!
Vejo muitas pessoas com esse desejo, mas que acabam por desistir. Será que têm apenas medo ou será que ainda não estão preparadas para o que um negócio acarreta?
Um dia, uma amiga perguntou-me: "Estás confiante no teu negócio?" E eu respondi que sim, que tinha tanta confiança que até tinha medo. O medo outra vez!
O medo está cá para qualquer pessoa que vai arriscar num negócio. Se não der certo, vão existir muitas dividas e problemas por resolver. Mas as dividas pagam-se e os problemas resolvem-se, não quero é viver uma vida a trabalhar para outros sem nunca ter tentado.

O medo, colocamos numa gaveta e fechamos a sete chaves. O medo não nos pode acompanhar em momento algum. Temos e devemos de acreditar no nosso projeto. Dar o melhor, sermos criativos, oferecer um serviço/produto com qualidade e procurar a diferença.
Abrir um negócio, pelo qual nos apaixonamos. Temos de amar loucamente o que fazemos. Temos que fazer mais do que qualquer um e melhor do que todos.
Quando abrir a porta do meu negócio (espero ainda esta semana), vou enterrar o medo. Não quero ter medo, não quero ser dominada por ele e nunca mais quero ouvir falar em medo.
Rastaparta o medo!!!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Na procura é que está o ganho!

Quando iniciamos um negócio, há muito dinheiro por onde gastar.
São necessárias obras, mobiliário, licenças, sistema de incêndio, publicidade, decoração, e etc e etc. É uma lista infinita e inicialmente não nos lembramos de tudo. Tudo tem de ser contabilizado e apresentado no plano de negócios se quiserem recorrer à linha microcrédito, microinvest e invest+. Mas, se não for este o vosso caso, não faz mal, este post também é para vocês.
As necessidades vão surgindo e a diferença de preços é exorbitante.


Peçam sempre vários orçamentos, pelo menos 3. Pesquisem, perguntem, pois no final vai valer a pena.
Tenho uma antiga colega que está neste momento a tentar o seu sonho. É dentro da minha área mas um pouco diferente. Em conversa com ela, cheguei à conclusão de que cometemos os mesmos erros. Quando apresentamos os orçamentos com os gastos ao banco, não nos lembramos de tudo. Por isso, resolvi postar o material de que necessitei, o fornecedor e o motivo pelo qual o escolhi.
Vou por ordem e vou tentar não me esquecer de nada.

- Divisões em pladur e tetos falsos. Pedi três orçamentos e o escolhido teve uma diferença de 1.260,00€ dos outros. O meu fornecedor escolhido foi: José Sobreira Santos, Unipessoal Lda (91 9313372). Tem sede em Olhão. Gostei do atendimento, da rapidez e qualidade. (Obrigada, Dina).
- Sistema de incêndio. Pedi três orçamentos e os preços não variavam muito. Com uma diferença de cerca de 150,00€, a escolhida foi a Segmon. Além de ter apresentado um preço mais barato, foi essencialmente escolhida pela sua credibilidade e profissionalismo. Estão aqui.
- Trabalho de eletricidade. Pedi três orçamentos e com uma diferença de 465,00€, o escolhido foi: António José Silva (91 7238781) É de Faro. Adorámos o seu trabalho. Muito habilidoso, sempre disponível para tudo, profissional e cinco estrelas. 
- Mobiliário - Depois de percorrer muitos e muitos sítios, decidi-me pela GS Mobiliário. A relação preço-qualidade é imbatível. Preços muito baratos e com uma qualidade de invejar. Estão em Faro e atuam em todo o Algarve. Estão aqui
- Decoração da montra em vinil. Sinceramente, não pedi mais orçamentos. Gostei da prova que fizeram, da proposta, do atendimento, e fiquei-me pela GS. A mesma empresa que forneceu o mobiliário.
- Criação de site. Com uma diferença de 650,00€ (sim, não me enganei), a escolhida foi a Criativo.net. Encontrei-os aqui. Gostei do atendimento, da eficiência e do seu profissionalismo. O site ainda não está online, mas assim que estiver, poderão ver com os vossos olhos.
- Flyers, cartões de visita e companhia. Depois de muita pesquisa, muitos telefonemas, de muitos "queixos caídos", a pixart é a maior. Estão aqui. A qualidade é excelente e em preços não há quem os ganhe. Só para terem uma ideia, telefonei para 4 gráficas e o preço mais barato foi: 2000 flyers, 108,24€ com IVA incluído. Na pixart, com mais 10,00€ faço 20.000 flyers. Sim, não me enganei. Nós fazemos o flyer e eles, a impressão. Vale a pena!

Depois há outras despesas, consumíveis (englobei no plano de negócios) e outras que não inclui, mas essas despesas já são bem menores.
Só aqui, poupei mais de 2.500,00€. Vale ou não vale a pena?
P.S - Não tenho parceria alguma com os fornecedores que mencionei :-).
Bom trabalho!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Finalmente...

Boas noticias! Já tenho comigo os contratos do microinvest.
Comigo porque...é necessário assinatura reconhecida.
Segunda-feira entrego no banco, na quinta-feira será assinado pelos meus fiadores e na segunda deve estar no microcrédito da CGD em Lisboa. Vamos ver quanto tempo demora para receber os 50% do crédito na conta da empresa.
O espaço já está pronto e falta a licença da Segurança Social.
Sinto um orgulho enorme quando olho para o espaço mas também...medo (até tenho medo de dizer).
Sou positiva por natureza e acredito que vou conseguir.
 ...

domingo, 19 de janeiro de 2014

A inércia arrasa comigo...


E por cá continuo à espera de tudo para dar inicio ao meu negócio. Ora, vou anotar porque já me perdi no meio de tanta inércia.
- Desde o dia 13 de dezembro que aguardo a assinatura do contrato relativamente ao Microinvest;
- Desde o dia 9 de dezembro que aguardo resposta do IEFP relativamente a uma contratação "Estimulo 2013". A portaria refere que a resposta demora 10 dias;
- Desde o dia 31 de dezembro que aguardo a resposta da Segurança Social relativamente à licença (ainda estão dentro do prazo legal);
- E a ANPC apesar de estar dentro do prazo, avisaram-me logo que não vão cumprir o que diz a legislação, ou seja, os 30 dias. Pelo menos são sinceros.

A única licença que me surpreendeu pela positiva, foi o Certificado Higio-Sanitário emitida pelo Delegado de Saúde. Demorou uma semana.
A minha pergunta: porque demora tanto tempo a ser resolvido qualquer assunto que seja tratado no Serviço Público? Porque não acontece o mesmo no privado?


sábado, 4 de janeiro de 2014

Contrato do microinvest

Desde dia 13 de dezembro que aguardo os contratos que o banco ainda está a redigir.
Um documento que já está todo elaborado dentro de uma caixa espetacular chamada "PC" e que é só necessário mudar os nomes, dados pessoas, número de conta e pouco mais. Haja paciência para lidar com tanta inércia!!!
Se os privados trabalhassem assim... nem quero imaginar!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A espera desespera até um morto, mas nada que um bom português não esteja já habituado!
Tudo demora o seu tempo, fazer o pedido de admissibilidade, a criação de empresa, o inicio de atividade, mas fiz tudo de seguida e em poucos dias entreguei toda a documentação no banco, para dar inicio ao contrato. Sem dinheiro não podemos avançar no negócio.
Um dos documentos solicitados, era o balancete com selo e assinatura do TOC. Falei com a contabilista que me explicou que o balancete é um documento de movimentos financeiros e se não há movimentos, não há balancete, obviamente.
Expliquei no banco tal e qual e enviei um mail para o microcrédito da CGD a explicar a situação. Não obtive resposta. Pensei, bem, se não me respondem é porque está tudo certo.
Passado um mês resolvi telefonar para saber como estava o meu processo. Resposta: "estamos à espera do balancete". Pensei, não vale a pena. O banco estava à espera do balancete dos capitais próprios (capital social). Não podiam ter dito logo?
Em dois dias, fui entregar o balancete no balcão da CGD para enviarem para Lisboa. 15 dias depois sem resposta, resolvi ligar novamente. Resposta: "continuamos à espera do balancete". Não receberam o mail da minha agência. Problema resolvido uma vez que contactei o meu balcão e que rapidamente enviou novamente. Isto foi ontem. Vamos ver quanto tempo demora até assinarmos o contrato. Nunca mais na minha vida quero ouvir "balancete"!
Se tivesse à espera do dinheiro em casa de braços cruzados estava bem lixada. Consegui o dinheiro emprestado para avançar com as obras. A minha vida tem sido no meio de pladur, eletricistas, sistemas de incêndios, pinturas e limpezas. Estou quase pronta para mobilar o espaço e apresentar o unico pedido de licença que me falta.
Se tudo correr como previsto, em meados de janeiro início a minha atividade. Até agora, tem sido só dinheiro a sair e nada a entrar. Tenho que começar o quanto antes.
Quando o dinheiro vier, é para devolver a quem me emprestou e pedir imediatamente a segunda tranche do dinheiro. Quando o dinheiro vier, já estou a trabalhar. Imaginem se tivesse ficado à espera do crédito. Tudo por causa do raio do balancete de duas linhas!!!
Conselho: Telefonar sempre para o banco para saber se receberam a documentação.

Saudações empreendedoras,
Catarina Viegas

terça-feira, 22 de outubro de 2013

3.º passo - Criação de empresa

A esta hora o pedido da criação de emprego já foi validade pelos serviços on-line do IRN, portanto, chegou a hora de cumprirem com o prometido na certidão de admissibilidade - têm 5 dias para depositarem na nova conta da empresa o capital social. O depósito deverá ser em numerário e levem logo convosco a certidão permanente que podem imprimir através do Portal da empresa, ou, comunicar ao banco o código de acesso.
Atenção, se efetuarem o vosso registo on-line, e se por acaso cometerem um erro no preenchimento (como eu), irão ser contactados pelo IRN, a fim de o corrigirem. Esta correção tem um custo de 30,00€.
Quando o pedido for validado, o IRN comunica por SMS e por e-mail o código para acederem à certidão permanente da empresa. Nela, consta toda a informação da nova empresa.
Parabéns, a partir de agora, tornaram-se empresários. Todo o sucesso do mundo!

Como existem muitas pessoas, com muitas dúvidas, tive a iniciativa de criar um grupo no facebook, onde podem e devemos esclarecer as dúvidas de todos.
Se quiserem aderir ao grupo, cliquem aqui...Prometo ajudar no que puder e partilhar o que sei.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Criação de empresa - 2.º passo para criar uma empresa

Como as novas tecnologias, tudo é mais fácil e mais barato.
Com o nosso cartão de cidadão e com o leitor de leitura de cartões, podemos criar a nossa empresa, na hora, online e no conforto da nossa casa. Podem adquirir na loja do cidadão, se não estou em erro, custa 12,00€.
Tudo começa aqui!
Se fizeram o pedido da certidão de admissibilidade, nesta fase, a empresa já tem número de identificação fiscal e número de identificação da segurança social.
Basta seguirem os passos, preencher todas as informações, sobre os dados pessoais, sede da empresa, objetivos do pacto social (atividades/serviços a desenvolver), capital social, e etc.
Onde tive dificuldade, foi em assinar os documentos com a assinatura digital.
É necessário assinar o pacto social (é um modelo pré-aprovado), basicamente  consta todas as informações que foram preenchidas anteriormente. Basta descarregaram para o vosso pc e assinarem
Se não souberem como assinar, peçam ajuda a quem perceba ou descarreguem o manual que contém todas as informações necessárias. Podem encontrá-lo aqui.
Depois de concluído, têm 48 horas para efetuar o pagamento. Online tem um custo de 220,00€ (atenção que só dá para pactos sociais pré-aprovados), em papel tem um custo de 360,00€.
Nesta fase, é muito importante poupar todos os tostões, pois já estamos a gastar e nem tão cedo, vamos faturar.

Certidão de admissibilidade - 1.º passo para criar uma empresa

A pedido de muitas famílias, cá vai:

1.º passo para criar uma empresa:
- Pedido de certidão de admissibilidade. 
Como fazer?
Neste link, basta preencher um pequeno formulário, com algumas questões. Este certificado tem um custo de 75,00€ e embora no site diga que demora cerca de 10 dias úteis, por norma, demora entre 4 a 5 dias. No meu caso, demorou apenas 2 dias. Por isso não é necessário pedir com urgência (1 dia), pois custa quase o dobro do preço.
Depois de enviado o pedido, temos 48 horas para efetuar o pagamento e é-nos atribuído o NIPC (Número de Identificação de Pessoa Colectiva).

Pedi a certidão, porque queria um determinado nome (marca) para a empresa, no entanto, existem algumas sugestões de nomes. Se algum vos agradar (duvido muito), não é necessário o certificado de admissibilidade, basta avançarem com a criação de empresa. 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Microinvest - Criação do próprio emprego

Precisamente, 5 meses após dar entrada do meu projeto na C.G.D, recebo o telefonema que tanto desejava: APROVADO!
Agora seguem-se os seguintes passos:
- Pedir o Certificado de Admissibilidade - tem um custo de 75,00€ e pode ser pedido aqui;
- Fazer a constituição da empresa;
- Abrir conta em nome da empresa na C.G.D;
- Depositar o capital social da empresa;
- Pedir certidão à S. Social e Finanças de não dividas.

Os documentos solicitados por parte da C.G.D, foram:
- Certidão comercial da sociedade;
- Certidões de não dívida à Autoridade Tributária e à Segurança Social;
- Balancete comprovativo de capitais próprios, com o selo e a assinatura do TOC;
- N.º de conta de depósitos à ordem em nome da sociedade, que pretende que fique associada ao empréstimo;

   
São necessários estes documentos para que o banco emita o contrato. O contrato é feito entre o banco e a empresa. E só depois, é que vira o mais importante: o dinheiro!

Estou ansiosa por começar a dar no duro...

sábado, 17 de agosto de 2013

Será?

Digam-me lá se isto não é estranho:
o meu projeto para criação de emprego com recurso ao microinvest deu entrada no banco no dia 24 de junho. Liguei 3 vezes para a linha e a resposta foi sempre a mesma: "não é possível dar uma previsão uma vez que estão imensos projetos à sua frente". Ainda perguntei se em novembro o projeto estaria analisado, e disseram-me mais uma vez que não poderiam responder uma vez que não tinham previsão!?! O último telefonema que fiz foi no dia 1 de agosto. 
Ontem, dia 16 de agosto, recebo um telefonema do banco, a informarem-me que já estão a analisar o meu projeto. Tinham algumas dúvidas que foram esclarecidas e fiquei de reformular o projeto e enviar novamente.
Não acham estranho? 15 dias depois do telefonema que fiz?
É que por acaso, no dia 1 de agosto enviei 3 e-mails a pedir a intervenção do Governo neste assunto, uma vez que nenhum desempregado pode ficar meses e meses à espera da resposta de um crédito, sem sequer ter uma previsão. Enviei ao Primeiro Ministro, ao ministro da Economia e ao ministro da Solidariedade, emprego e Segurança Social.
Será que foi por isso????



domingo, 21 de julho de 2013